terça-feira, 27 de abril de 2010
Keep Holding On
segunda-feira, 26 de abril de 2010
complicated
Tudo é complicado. Mais complicado ainda pra mim é tentar seguir sempre de uma maneira que seja certa pra você. Já chega de esforços, eu não consigo mais lidar com isso. Eu sei que você conhece meu pior, e sei que você gosta. Mas isso continua sendo complicado. E pra facilitar as coisas pra mim, saiba que os erros nunca foram premeditados. Eu sempre quero ver aquele teu olhar brilhante, mas as vezes o mundo não contribui para que os nossos se encontrem. Você pode me entender dessa vez? Um dia, quando minha idade aumentar um ponto e quando eu me sentir mais responsável eu sei que tudo vai ser melhor. Eu só preciso que você saiba disso também. Aqui é tudo por você. Entende?
sábado, 24 de abril de 2010
I want fly
quinta-feira, 22 de abril de 2010
I can't see what's going on
missing
quarta-feira, 21 de abril de 2010
There’s still a little bit
terça-feira, 20 de abril de 2010
again.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Time is the wisest counselor.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
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terça-feira, 13 de abril de 2010

Eu queria viver tudo o que o esse meu mundo me priva. Queria ver certos brilhos e sentir certos gostos. Eu não nasci pra esperar e isso é o que eu mais me vejo fazendo. Eu insisto em sentir aquilo que tanto formou meus sorrisos diários e, valendo a pena ou não, eu sou assim, sempre pagando pra ver. Só não quero mais ter que passar por algumas coisas, mas talvez, sejam consequências de atos premeditados, ou não. Por isso, eu criei minhas defesas pessoais, minhas armaduras. Elas talvez não sejam indestrutíveis. Preciso aprender a lidar com isso que não faz parte de mim e desse meu jeito muitas vezes, bobo. Continuo esperando o tempo me recompensar por tudo que eu fiz e muitas vezes, deixei de fazer.
”Só não me diga que o céu é o limite sendo que existem pegadas na lua.”
segunda-feira, 12 de abril de 2010
so that has to be
sexta-feira, 9 de abril de 2010
”O simples me faz rir, o complicado me aborrece. Tenho um coração maior do que eu, nunca sei minha altura, tenho o tamanho de um sonho. E o sonho escreve a minha vida que às vezes eu risco, rabisco, embolo e jogo debaixo da cama. Minha bagunça mora aqui dentro, pensamentos dormem e acordam, nunca sei a hora certa. Mas uma coisa eu digo: eu não paro. Perco o rumo, ralo o joelho, bato de frente com a cara na porta: sei onde quero chegar, mesmo sem saber como. E vou. Sempre me pergunto quanto falta, se está perto, com que letra começa, se vai ter fim, se vai dar certo. Aprendi que palavra é igual oração: tem que ser inteira se não perde a força. E força não há de faltar porque – aqui dentro – eu carrego o meu mundo. E eu amo. Amo igual criança. Amo com os olhos vidrados, amo com todas as letras. A-M-O. Sem restrições. Sem medo. Sem frases cortadas. Sem censura. Quer me entender? Não precisa.” (Fernanda Mello)